Essa receita leva apenas 15 minutos e utiliza ingredientes cremosos que combinam perfeitamente com o sabor do mar.
Ingredientes (para 6 ostras)
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6 ostras frescas
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2 colheres de sopa de requeijão cremoso
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2 colheres de sopa de creme de leite
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1 colher de chá de manteiga
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1/2 alho-poró cortado em rodelas bem finas (opcional)
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Queijo parmesão ralado a gosto (para cobrir)
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Sal grosso (apenas para firmar as conchas na assadeira)
Modo de Preparo
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Prepare as conchas: Em uma panela com dois dedos de água, coloque as ostras, tampe e deixe no fogo por cerca de 5 minutos até que se abram.
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Limpeza: Retire as ostras do fogo. Descarte a concha superior (a mais plana) e mantenha a ostra na concha mais funda.
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Faça o creme: Em uma frigideira pequena, derreta a manteiga e refogue o alho-poró até murchar. Desligue o fogo, adicione o creme de leite e o requeijão cremoso. Misture bem até formar um creme liso.
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Montagem: Em uma assadeira, faça uma cama de sal grosso (isso ajuda a equilibrar as conchas para o molho não derramar). Acomode as ostras, cubra cada uma com uma porção do creme e polvilhe generosamente com queijo parmesão ralado.
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Gratinar: Leve ao forno preaquecido a 200 ºC por cerca de 10 minutos, ou até que o queijo esteja dourado e borbulhante
Cultivo das ostras
A produção de ostras no Brasil (ostreicultura) é o ramo da aquicultura dedicado ao cultivo de ostras em ambientes aquáticos controlados ou manejados, que envolve a produção de ostras desde a obtenção de sementes (juvenis) até o seu crescimento e engorda para comercialização.
A ostreicultura vem se consolidando como uma alternativa econômica sustentável para as comunidades do litoral sul do Rio Grande do Norte. O estado se destaca como o maior produtor de ostras nativas do Brasil, de acordo com dados do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), que se adaptam a águas mais quentes e valorizam o seu sabor intenso.
Já na região Sul, cidades como Florianópolis (conhecida como a capital nacional da ostra), Palhoça, Bombinhas e Penha possuem águas com temperaturas ideais para o crescimento rápido das ostras do Pacífico. O processo, em Santa Catarina não depende do extrativismo na natureza, as “sementes” (minúsculos moluscos) de ostras são produzidas em laboratórios especializados, como os da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e vendidas para os produtores.
A ostreicultura segue se consolidando como uma importante fonte de renda para as comunidades locais, promovendo o desenvolvimento econômico e ambientalmente sustentável.
Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicultura





















