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Bahia recebe etapa presencial das Caravanas de Inovação

Caravana de Inovação vai até sexta-feira na Bahia - Foto: Marcelo Gandra/Fapesb

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A Advocacia-Geral da União (AGU), por meio de seu Laboratório de Inovação (Labori), iniciou nesta quarta-feira (22/04), em Salvador, a etapa baiana das “Caravanas de Inovação”. O projeto, que já percorreu cinco estados, mapeia experiências e sugestões de procuradorias estaduais e municipais sobre temas como Inteligência Artificial (IA), automação de processos e métodos disruptivos de gestão.

Até sexta-feira (24/04), mais de 300 profissionais — incluindo procuradores, advogados públicos, gestores e representantes do ecossistema de inovação da Bahia — participarão de palestras, oficinas e pitches com desafios e propostas para o setor público. A abertura do evento foi marcada pela assinatura de um Acordo de Cooperação Técnica entre o Labori, a Procuradoria-Geral do Estado da Bahia (PGE-BA), a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) e a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti).

“Este é o maior programa de inovação aberta do país, envolvendo mais de 40 mil advogados públicos em todo o território nacional, sendo quase 10 mil apenas na AGU”, destacou o procurador federal e coordenador do Labori, Bruno Portela. Segundo ele, o objetivo na Bahia é estabelecer uma agenda de integração e cooperação que resulte na oferta de melhores serviços públicos à população.

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O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação da Bahia, Marcius Gomes, ressaltou que o encontro fortalece a discussão sobre os instrumentos legais que sustentam a inovação, como os marcos legais da Ciência, Tecnologia e Inovação e o das Startups. Para o secretário, essas normas ampliam a segurança jurídica e incentivam parcerias entre o Estado, instituições de pesquisa e o setor produtivo.

“A sociedade está cada vez mais conectada e exige respostas rápidas do Estado. Para acompanhar esse cenário, precisamos nos reinventar por meio desses marcos legais, que permitem novas formas de contratação e parcerias com empresas inovadoras”, afirmou Marcius. Ele concluiu destacando que a Caravana cumpre o papel de integrar pessoas, trocar experiências e encontrar soluções práticas que alcancem os territórios e melhorem a vida dos cidadãos.

Assessoria Especial de Comunicação Social da AGU

Fonte: Advocacia-Geral da União

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